Constelação Familiar em grupo

Texto de Manúcia Passos, facilitadora de Constelação Familiar no Dhyana!

As constelações familiares se referem a uma abordagem fenomenológica de terapia breve desenvolvida por Bert Hellinger e tem sido amplamente aplicadas em diferentes países. Padrões de auto-sabotagem, dificuldades de relacionamentos e de aprendizagem, compulsões e dependências químicas são algumas das várias questões que podem ser abordadas em uma sessão de constelação familiar que tanto pode ser feita em grupo quanto individualmente, e em ambos os casos os benefícios são evidentes.

De acordo as constelações familiares três princípios fundamentais atuam simultaneamente dentro de todo e qualquer sistema familiar e quando estes três princípios são devidamente respeitados a ordem e o amor fluem com harmonia fortalecendo tanto os indivíduos quanto suas relações. Estes três princípios são:

Lei do pertencimento que se baseia no fato de que todo aquele que entra num sistema familiar dele faz parte, inclusive abortos, “meios”, amantes, “exs” e agressores.

Lei da hierarquia que declara que todo aquele que entra na história familiar – conscientemente ou não – deve ter seu lugar hierarquicamente respeitado. Por exemplo, o primeiro filho sobrevivente de um casal que teve três abortos é de fato o quarto filho deste casal e não o primeiro como o senso comum normalmente diria. O segundo companheiro de uma mulher jamais será o primeiro, independente das circunstâncias de como a primeira relação conjugal chegou ao fim e de quanto tempo ela durou.

Lei da troca justa que afirma que as relações crescem e se fortalecem à medida que as trocas se fazem de forma equilibrada. Relações em que uma das partes dá sempre mais do que recebe estão fadadas ao enfraquecimento e conseqüente fim, pois se tornam insustentáveis. De fato o que nutre saudavelmente as relações são as trocas justas.

Quando estas três leis são obedecidas o amor flui ordenadamente e a ordem se estabelece amorosamente.

Contudo, o que com freqüência acontece é que muitas vezes para darmos um lugar a algum ente excluído ou como uma forma de amor cego assumimos “papéis que não nos cabem” – e que assim sendo nos trazem a sensação de estarmos “des-locados”, fora de casa e fora do eixo, meio que perdidos ou injustiçados – e nos enveredamos por emaranhados que criam desconfortos e sofrimentos internos e externos.

Na visão sistêmica é essencialmente salutar olhar e acolher os próprios pais e antepassados como fonte de vida e de força, afinal, nossas raízes neles estão. Tomar nossos pais e antepassados como fonte de vida e força é abrir mão de julgamentos mesquinhos que “choram a falta de algo” (“Ah… podia ter sido melhor…”) e se realinhar com o Dom da Vida que se renova sempre. Somos frutos e sementes do Dom da Vida em que a plenitude sempre se sobrepõe às supostas faltas. As constelações abrem mão de julgamentos e visam soluções e nisto se ancora seu poder de cura que, de fato, é o restabelecimento da ordem e do amor.

Data:

Em breve

R$ 30,00 para participar

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